Friday, December 11, 2009

Entre tantas curiosidades que descubri nos últimos anos está a óbvia máxima de que o equilíbrio da vida é um bem (ou mal) necessário. Aliás, essa é a conclusão a que cheguei: o bem e o mal, irmãos gêmeos em tudo, daqueles que adquirem não só características físicas semelhantes, mas também características subjetivas, são a pedra fundamental da harmonia entre o existir e o resistir. Felizes uns, tristes outros... ou mesmo felizes e tristes estes mesmos "uns" ou estes mesmos "outros". A vida é bela não porque é manifestação de felicidade. A vida é bela porque é o meio pelo qual os sentimentos se difundem. Sejam eles bons ou ruins. E viver trata-se de entender que o equilíbrio dos sentimentos é uma razão da sobrevivência. Feliz pra mim, triste pra ele. Triste pra mim, feliz pra ele.

2 comments:

Maria Fe said...

Vida,
Viver é mais do que existir, é se aprofundar em todos esses sentimentos: o bem, o mal, e até o "mais ou menos", ou seja, aquilo que parece parado, estável, às vezes sem graça ou emoção. Acho que Deus nos fez, corpo e alma, preparados para digerir e discernir todos eles.
Eu diria até que o equilíbrio é condição e consequência da da vivência desses sentimentos.
Fico feliz por estarmos vivendo alegrias, tristezas, expectativas, medos, alívios.... e com tudo isso, juntos, estamos encontrando o equilíbrio e VIVENDO!

Carla said...

O texto realmente foi útil...
E por mais que ele fale da filosofia ocidental, sobre esse assunto, a filosofia oriental e chinesa são espetaculares.
A começar pelo Yin Yang.

Grande beijo.